terça-feira, 24 de novembro de 2009

Poema

Quando as portas se abriram
as luzes iluminaram
uma rapariga bonita
cheia de genica

perguntei-lhe o nome
ela disse-me que era filha de um conde
perguntei-lhe se tinha alguma dor
ela disse-me que tinha um desgosto de amor

perguntei-lhe o que é que ele lhe tinha feito
e ela disse-me que ele a tinha traído
eu estava a pensar que era um cantor
mas afinal era amor

eu a jogar á sueca
ela a dormir uma soneca

um dia deu-me um tique
começei a escrever
nós fomos fazer um piquenique
eu achava que estava quase a morrer

eu estava na cidade
ela estava no campo
eu com um carro blindado
e ela a meu lado.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

poema- Foi um sonho que eu tive


No silêncio da noite, apertado
na sua matéria exausta e baixa
nem a memória a corrompe
nem uma única fosforencia arde...uma estrela
que seja no seu fundo!
De vivo, apenas o ávido poço inconsciente
a mão do meu dormir-rompe,
tacteia e acha
e de experiências inacabadas
e de visões que há luz
rasgam toda a evidência
levanta o corpo dela,
sente-lhe as mãos numa vaga humidade sanguinea,
numa resistência que é só um pouco de frescura
e talvez o ar da noite
tu a levares um açoite
eu normal até que fui parar ao hospital

Um sonho

Um sonho
Eu tive um sonho
um sonho fora do normal
Eu sonhei que te disse que por ti estava apaixonado
Eu vi uma estrela
Ela era linda
E pensei em ti
Eu tive um sonho
um sonho fora do comum
Eu pensei que tu ias ganhar
mas havia muito amor no ar
no final da noite
Eu pensei que estava inconsciente
Eu só preciso esfriar as ideias
e te beija pk te amo muito
Eu tive um sonho
um sonho fora do normal
Sonhei que era um cantor
a sofrer de um desgosto de amor
Se me traisses
Ficaria uma dor no coração
porque sem ti não conseguiria viver

Eu sem ti, não sei se seria paciente

Estavas tão mal
Foste parar ao hospital
Eeu de tanto te amar
fui-te visitar